A hídrica e a eólica compensaram a quebra da produção solar no inverno. O país voltou a ser exportador líquido de eletricidade em quatro dos últimos seis meses.
Os dados foram divulgados esta manhã e confirmam a tendência registada nos últimos trimestres. Os analistas consultados pelo ECO apontam para um cenário de estabilização a curto prazo, embora com riscos associados ao contexto externo.
O que está em causa
O impacto deverá fazer-se sentir de forma desigual entre setores. As empresas exportadoras são as mais expostas, enquanto o mercado interno mantém um comportamento mais resiliente.
Fonte oficial confirmou ao ECO que está em preparação um acompanhamento trimestral dos indicadores, com primeira publicação prevista para o final do próximo mês.






