O dirigente máximo da Liga Portugal, Reinaldo Teixeira, não acredita que o seu antecessor no cargo e atual presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, tenha tido interferência nos processos judiciais que envolvem o Benfica, na altura em que liderava a Liga de Clubes. “É um tema que compete a Pedro Proença comentar de forma institucional, se entender ou não“, declara, em entrevista à Renascença.
Quando já faltam pouco mais de 24 horas para o arranque oficial do campeonato, Reinaldo Teixeira rejeita a ideia de que o atual presidente da FPF tenha pressionado os instrutores dos processos, admitindo, contudo, que não sabe o conteúdo da conversa dos áudios divulgados na semana passada e atribuídos a Pedro Proença. Em simultâneo, sai em defesa da integridade da Comissão de Instrutores e garante a isenção desta entidade.
Contudo, o presidente da Liga de Clubes ainda espera por explicações oficiais de Pedro Proença quanto à demissão de Duarte Gomes do cargo de diretor técnico nacional da arbitragem, devido a alegadas fugas de informação e influências externas nas nomeações das últimas jornadas da época passada. “Essa explicação formal acho que é importante, até para que estejamos todos no mesmo barco”, sublinha.






