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Para Seguro, morrer na estrada não pode ser fatalidade. “Paremos esta tragédia!”

Em 2026, houve mais de 90.000 acidentes, cerca de 300 mortos e 1.786 feridos graves, acentuou o Presidente da República neste sábado.

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O Presidente da República (PR) defendeu neste sábado que o país não pode aceitar que morrer na estrada continue a ser uma fatalidade, apelando a uma cultura de responsabilidade nas estradas nacionais.

“Permitam-me que a propósito dos acidentes rodoviários, deixe um alerta: Não podemos aceitar que morrer na estrada continue a ser uma fatalidade. Cada morte é uma família destruída, um projeto de vida interrompido”, advertiu António José Seguro, em Celorico de Basto, distrito de Braga.

Discursando nas comemorações do centenário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, o chefe de Estado apelou “a uma cultura de responsabilidade nas estradas portuguesas”, e lembrou os “números dramáticos” dos acidentes rodoviários.

“Em 2025, morreram 589 pessoas nas estradas portuguesas, 2.476 feridos graves. Em 2026, houve mais de 90.000 acidentes, cerca de 300 mortos e 1.786 feridos graves. São números dramáticos, que não podemos aceitar. Temos todos, o dever de agir. Paremos esta tragédia”, apelou o Presidente da República, perante centenas de pessoas.

O chefe de Estado inaugurou no local um Monumento ao Bombeiro, considerando ser, “antes de mais, um sinal de respeito, de gratidão e de memória”.

“Guarda emoções, marcas que entraram no imaginário coletivo e, sem dúvida, muitas vidas que foram salvas. Um valor que nenhuma estatística consegue medir”, sublinhou António José Seguro,

O Presidente da República aproveitou a ocasião para anunciar a atribuição de uma condecoração à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, enaltecendo o trabalho desenvolvido pelos bombeiros em diversas áreas.

“É por isso mais do que justa a condecoração que decidi atribuir à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses com o grau de Membro-Honorário da Ordem do Mérito, ao assinalar o seu centenário”, referiu António José Seguro, que disse manter com Celorico de Basto uma relação próxima, lembrando Marcelo Rebelo de Sousa, seu antecessor, que tem raízes neste concelho.

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Comentários (2)

  • Fala Verdade

    Diz isso à pulícia inutil pá. Imensa sucata altamente podre, poluente, barulhenta e perigosa que se houvesse inspeções/fiscalizações nunca circulariam…ide cavar batatas, só fantochadas, papo furado

  • joaquim

    De duas uma, ou quer um país em camara lenta, ou quer ir ao bolso dos portugueses com a caça à multa!

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