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Moscovo diz ter abatido “raro drone” português da Tekever

As forças russas abateram um “raro drone de reconhecimento” da portuguesa Tekever e vão agora “estudar o seu design, especificações técnicas e soluções de engenharia”.

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As forças russas destruíram “um raro drone de reconhecimento português”, da empresa Tekever, que fornece estes aparelhos à Ucrânia, disse esta segunda-feira um responsável militar à agência de notícias russa oficial, Tass.

A agência noticiosa indicou que o aparelho Tekever AR3, que foi intercetado na região fronteiriça de Briansk pelo batalhão anti-drones, foi “transferido para um instituto de investigação, onde especialistas irão estudar o seu design, especificações técnicas e soluções de engenharia”.

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“Um drone de reconhecimento inimigo entrou no nosso setor. Ficámos surpreendidos porque nunca tínhamos visto nada assim antes. O veículo aéreo não tripulado [UAV, na sigla em inglês] tinha uma estrutura de cauda e asa diferente. Quando chegámos ao local do acidente, descobrimos que era um drone de reconhecimento português”, disse o comandante da tripulação, citado pela Tass.

Segundo o responsável, “é importante abater UAV de reconhecimento, primeiro porque traçam rotas para os drones inimigos voarem” e porque, “segundo, estão à procura das posições [russas] para atacar”.

O batalhão anti-UAV, que opera os intercetores de drone Lis, especificou que, embora o drone Tekever AR3 tenha sido intercetado, permaneceu inteiro. “O motor ficou danificado, mas a fuselagem, o equipamento a bordo e a maior parte da estrutura permaneceram intactos”, indicaram as forças russas.

Os militares relataram à Tass que a tarefa de intercetar o drone português “foi desafiante”.

“Após a deteção por radar, começou uma perseguição de quase 30 minutos. A aeronave circulava a uma altitude de cerca de 2,5 quilómetros a uma velocidade de 90-100 quilómetros à hora, impedindo-os de se aproximar. Na aproximação final, a bateria do Lis estava a ficar esgotada, mas a tripulação conseguiu, ainda assim, capturar o drone de reconhecimento português”, descreveram.

Em 2023, foi noticiado que a empresa portuguesa Tekever iria fornecer drones à Ucrânia para apoiar operações terrestres e marítimas através do Fundo Internacional para a Ucrânia (IFU), liderado pelo Reino Unido.

O Tekever AR3 é utilizado para operações de longa duração, que podem chegar às 16 horas e possui um sistema em que o operador pode facilmente escolher qual configuração a usar para cada missão específica.

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Comentários (2)

  • Fala Verdade

    …vamos ver o que vão abater a seguir…ainda por cima a desgovernança foi atirar a portugalia para uma despesa estapafurdia inaceitável para comprar 2 frarregatas à italianada, como se já não bastasse o escandalo dos sumarinos a enferrujar, é escandaloso, a fomra como queimam biliões públicos, depois não há dinheiro para ambulâncias para salvar pessoas, ou para equipamentos essenciais nos hospitais, ou para subsidiar transportes rodoviários para servir as populações fora dos grandes centros…que vergonha

  • Fala Verdade

    Tinham que ser uns idiotas a irem-se meter onde não deviam. Quando foi da dita "guerra colonial", ou melhor nas Províncias Ultramarinas, andavam os salafrários vendidos, xuxas e cumunas a guinchar "nem mais um soldado pra áfrica", mas depois vão-se meter nas guerras de m alheias. Agora o montenegros e restante pandilha, Costas, etc. vão estar no menu russo, toma, estão tramados. Foram-se meter com a máfia russa que ainda é pior que a portuguesa..

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