A Mota-Engil constituiu na semana passada a Mota-Engil Mining Services, autonomizando a área de negócio de prestação de serviços de mineração. Conheça esta e outras notícias em destaque na imprensa nacional desta segunda-feira.
Mota-Engil autonomiza negócio da mineração
A Mota-Engil constituiu na semana passada a Mota-Engil Mining Services, de forma a autonomizar a área de negócio de prestação de serviços de mineração. Para esta nova sociedade vão passar os 11 contratos que a construtora tem atualmente nesta área, cuja maior parte se encontra no continente africano, mas também na Arménia. Por outro lado, a autonomização dos serviços de mineração pode ser também um passo no sentido da abertura do capital desta área de negócio a novos investidores, como foi admitido em março pelo vice-CEO do grupo, Manuel Mota, na apresentação do plano estratégico para 2030. Em 2025, a área da mineração representou receitas de 732 milhões de euros para a Mota-Engil e gerou um EBITDA de 216 milhões.
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Leilão para a pesquisa de lítio continua na gaveta
Volvidos oito anos desde que foram anunciados, em 2018, pelo então Governo de António Costa, os leilões para atribuir áreas para a pesquisa de lítio — fase que implica somente a avaliação dos recursos, sem exploração — continuam sem prazo para serem lançados. “O Governo está a adaptar o trabalho desenvolvido nesta matéria ao novo enquadramento estratégico e regulatório, designadamente no âmbito do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas (Critical Raw Materials Act), num contexto em que a Estratégia Nacional para os Recursos Geológicos se encontra em fase de conclusão”, afirma o Ministério do Ambiente e da Energia. No final de 2024, o grupo de trabalho propôs várias áreas para a pesquisa de lítio, designadamente Masseiee (Pinhel, Trancoso, Meda, Almeida), Seixoso-Vieiros (Fafe, Felgueiras, Amarante, Guimarães, Mondim de Basto e Celorico de Basto) e as zonas identificadas como Guarda-Mangualde (C/E/W/NW).
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Detenções da GNR por crime de incêndio mais do que duplicam em 2026
Mais do que duplicaram as detenções por crimes de incêndio pela Guarda Nacional Republicana (GNR). Segundo dados oficiais, ainda provisórios, foram contabilizadas 165 detenções até 12 de agosto, contra 68 ao longo de 2025, o que representa uma subida na ordem dos 143% face a todo o ano passado. Abril foi, até agora, o mês em que a GNR efetuou mais detenções, num total de 41, superando julho, mês habitualmente associado a uma maior incidência de incêndios. Braga e Vila Real foram os distritos com mais detenções neste período, com 14 casos cada, seguidos de Viseu (sete), Guarda (seis) Porto (quatro) e Aveiro (três).
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Sérvulo Correia: “Saí do PSD porque o partido estava a virar à direita”
Sérvulo Correia, advogado e professor jubilado da Faculdade de Direito de Lisboa, deu uma entrevista de vida ao Observador, onde falou da sua saída do PSD ainda no final da década de 1970, que justificou com a viragem à direita do partido. Disse que não saiu por uma divergência pessoal com Sá Carneiro, mas por uma divergência política sobre o rumo que o PSD estava a tomar. A sua leitura era que Sá Carneiro estava a conduzir o partido para uma posição mais à direita, enquanto Sérvulo Correia defendia um PSD genuinamente social-democrata e defensor do Estado social. “Tornou-se um partido menos ideológico, mais abrangente — que tanto pode ser de centro-esquerda, como de centro-direita. E com muitos barões”, apontou.
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Ministério da Saúde chama médicos e vai rever definição de pequena cirurgia
O Ministério da Saúde vai criar um grupo de trabalho para rever a definição de pequena cirurgia, aceitando uma das sugestões da Ordem dos Médicos, que também vai participar na discussão, juntamente com a Direção Executiva do SNS (DE-SNS), a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e ainda o Instituto Nacional de Estatística (INE). A portaria que criou o sistema de gestão de inscritos para cirurgias e consultas, o Sinacc, prevê a inscrição de pequenas intervenções numa lista para procedimentos terapêuticos que vai funcionar com as mesmas regras clínicas, de tempo e de prioridade da lista de inscritos para cirurgia ou consultas. Para a Ordem dos Médicos, as pequenas cirurgias deviam manter-se na lista ou ser criada uma lista própria para que não deixassem de ser monitorizadas.
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