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Hoje nas notícias: fragatas, INEM e Miguel Cruz

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

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Portugal vai pagar, no mínimo, 25% mais pelas três fragatas FREMM EVO do que a Marinha italiana pelos mesmos navios. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

Portugal paga 25% mais pelas novas fragatas do que Itália

As três fragatas FREMM EVO que Portugal vai comprar a Itália vão ser, no mínimo, 25% mais caras do que o preço que a Marinha italiana vai pagar aos estaleiros da Fincantieri e ao fabricante de armamento Leonardo por navios 95% semelhantes. Em 2024, os italianos contrataram a aquisição de dois destes navios à indústria nacional por 750 milhões de euros por unidade, enquanto a Armada portuguesa deverá pagar mais de 1.000 milhões de euros por cada plataforma. Estes são valores conservadores, se não for considerado o programa global, de 3.900 milhões de euros — neste caso, o preço seria mais elevado em 42% para o Estado português. A estes números acresce ainda o investimento em mísseis e em obras na Base Naval de Lisboa, visto que as fragatas não cabem na presente configuração do Alfeite.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

INEM: mais de um quarto das novas viaturas de emergência só serão entregues em 2027

As primeiras 30 viaturas que integram o concurso de aquisição de 275 veículos para renovar a frota do INEM deverão ser entregues ao instituto de emergência médica durante os meses de agosto e setembro. Até ao final do ano, devem entrar ao serviço mais 118, mas as restantes 77 só têm entrega prevista para 2027. Desde novembro de 2023, quando o INEM foi autorizado a renovar a frota, vão passar mais de três anos até que todos os veículos estejam na rua, a prestar socorro. Entretanto, as 30 viaturas que já chegaram a Portugal estão nas oficinas a ser caracterizadas com a imagem do INEM, das quais 22 são viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) e oito são motociclos de emergência médica.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Miguel Cruz é o novo representante de Portugal no Banco Mundial

Miguel Cruz, antigo presidente da IP – Infraestruturas de Portugal e ex-secretário de Estado do Tesouro do Governo de António Costa, é o novo representante de Portugal no Grupo Banco Mundial, tendo já iniciado funções em Washington no início deste mês. Foi nomeado agora pelo Executivo de Luís Montenegro para o lugar de Portugal na instituição como membro do conselho de administração do Grupo Banco Mundial, que é composto por um conjunto de instituições como o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento, a Associação Internacional de Desenvolvimento ou a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Governo recua e suspende cortes nos pagamentos das cirurgias aos médicos

As novas regras para a realização de cirurgias nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em horário extraordinário vão ficar sem efeito. A contestação dos médicos levou ao cancelamento ou à demora de centenas de intervenções, incluindo ao cancro, e a ministra da Saúde “não teve outro remédio” a não ser recuar na decisão. Ana Paula Martins reconhece que é preciso rever, sobretudo com o apoio dos especialistas, o que foi feito sob a orientação da Direção Executiva do SNS. Na carta enviada esta semana pela governante é referida “a necessidade de constituir um grupo de trabalho, onde a Ordem dos Médicos esteja incluída (…), para rever a definição de pequena cirurgia”, que está no centro dos cortes às equipas depois do caso que envolveu um dermatologista do Hospital de Santa Maria.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Custos de transportes sobem 10% para super e hipermercados

Os custos de transporte para super e hipermercados registaram um aumento de cerca de 10% no segundo trimestre do ano. Esta subida resulta da forte volatilidade do preço do petróleo Brent, que continua a pressionar a cadeia de logística, distribuição e fornecimento alimentar. Segundo Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), os combustíveis representam, em média, entre 25% e 30% dos custos operacionais de um veículo pesado de mercadorias. A Jerónimo Martins, por exemplo, confirma o impacto. A dona do Pingo Doce em Portugal, da Biedronka na Polónia e da Ara na Colômbia diz que não consegue quantificar integralmente o efeito da subida dos combustíveis, uma vez que este se reflete em várias linhas das contas, incluindo o custo das mercadorias vendidas.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

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