Os vistos gold não são “um regime pária” e não servem “nem para ocultar rendimentos, nem branquear capitais”, frisa Eurico Brilhante Dias, em entrevista ao ECO de balanço dos seus dois anos de mandato. Para já não estão na calha novas alterações legislativas ao sistema, mas haverá sempre ajustes de forma a acompanhar as boas práticas recomendadas pela OCDE. No entanto, o Executivo rejeita que “se coloquem ao regime português exigências superlativas que nenhum dos concorrentes na União Europeia usa”. O secretário de Estado da Internacionalização alerta que retirar o imobiliário dos vistos gold é “matar o sistema”, tendo em conta a concorrência de outros países como Espanha ou Grécia. Concorrência que já dita um forte abrandamento na concessão de ARI (Autorização de Residência para Atividade de Investimento).
Já fizemos o ajustamento legislativo.

