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APA valida projeto de execução da linha de alta velocidade entre Porto e Gaia

A Agência Portuguesa do Ambiente considerou que o projeto de execução da futura linha ferroviária de alta velocidade entre Porto e Gaia está em conformidade, dando ‘luz verde’ à empreitada.

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A Agência Portuguesa do Ambiente considerou que o projeto de execução da futura linha ferroviária de alta velocidade entre Porto e Gaia está em conformidade com a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) anteriormente emitida, dando ‘luz verde’ à empreitada.

“Entende-se que, na globalidade, se verifica a conformidade ambiental do projeto de execução com a DIA”, pode ler-se no Título Único Ambiental (TUA) emitido pela APA e consultado esta terça-feira pela Lusa.

Desta forma, e de acordo com esta decisão datada de segunda-feira, a APA propôs “a emissão de decisão de conformidade ambiental aos subtroços 4 e 5 [do troço Porto-Oiã], condicionada ao cumprimento dos termos e condições impostas” na TUA.

A 29 de julho de 2025, a Infraestruturas de Portugal (IP) e o consórcio LusoLav (Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto) assinaram o contrato de concessão da linha de alta velocidade entre Campanhã (Porto) e Oiã (Aveiro) e apresentaram o acordo de financiamento.

O primeiro troço da linha de alta velocidade previa, no caderno de encargos, a construção de uma ponte rodoferroviária com dois tabuleiros sobre o rio Douro, a reformulação da estação de Porto-Campanhã e a construção de uma nova estação subterrânea em Vila Nova de Gaia, na zona de Santo Ovídio.

Porém, em abril de 2025, o consórcio apresentou à Câmara de Gaia uma solução alternativa (não excludente da original) com alterações no traçado, a construção de duas pontes em vez de uma sobre o rio Douro e a estação de Gaia em Vilar do Paraíso em vez de Santo Ovídio. Mas, em dezembro de 2025, a APA chumbou as alterações que o consórcio AVAN Norte queria fazer à linha de alta velocidade.

A APA referiu, na decisão de chumbar a deslocalização da estação de Gaia de Santo Ovídio para Vilar do Paraíso, que esta ficaria “numa zona periférica” sem “intermodalidade com outros meios de transporte público”.

A linha de alta velocidade deverá ligar Porto e Lisboa numa hora e 15 minutos em 2032, com paragens possíveis em Gaia, Aveiro, Coimbra e Leiria, e o percurso Porto-Vigo (via aeroporto do Porto, Braga, Ponte de Lima e Valença) em 50 minutos, em 2032.

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Comentários (2)

  • Fala Verdade

    Deve ser como está a "avaliar" os alegados crimes ambientais em Melides do resorto dos "tubarões" americanus, a destruir as dunas, a secar os aquíferos de +agua potável da populaçºao para o golfe…pqp…só tacho nada fazem nem servem para nada

  • Fala Verdade

    Essa anedota vai avaliar o quê? O faratar vilanagem, o desnorte de queimarem biliões públicos nessa m enquanto populações logo fora de Lisboa já não têm transportes rodoviários de jeito? Pouca vergomha! Investigues-se

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