A Airbus entregou 67 aviões comerciais em julho, menos 22 do que no mês anterior, elevando para 418 o número de aeronaves entregues desde o início do ano, face à meta de 870 estabelecida pelo fabricante para 2026.
Segundo os resultados comerciais mensais divulgados hoje pelo grupo europeu, a Airbus recebeu em julho encomendas para 204 aeronaves, elevando para 1.090 o total de encomendas registadas nos primeiros sete meses do ano.
Do total de encomendas, 951 correspondem modelos das famílias A220 e A320, 67 da família A330 e 72 da A350. Descontando os cancelamentos, a carteira líquida de encomendas da Airbus ascendia a 1.024 aviões em 31 de julho.
O aumento da produção continua a ser um dos principais desafios da Airbus e do setor aeronáutico, perante a forte procura das companhias aéreas e empresas de aluguer, que pretendem renovar e aumentar as respetivas frotas.
Nos últimos meses, a Airbus recuperou parcialmente do abrandamento da produção provocado por problemas com motores fornecidos pela Pratt & Whitney, que não conseguiu fornecer os motores encomendados.
Na apresentação dos resultados do primeiro semestre, em 29 de julho, a Airbus manteve a previsão de 870 entregas para 2026, apesar das expectativas de que pudesse rever a meta em alta.
Em 2025, a Airbus entregou 793 aviões comerciais, mais 4% do que no ano anterior, quando forneceu 766 aeronaves. Em 2023, o grupo tinha entregue 735 aviões.






