Neste capítulo da audiossérie Uivar à Lua, fala-se de Luisa Cunha e da impossibilidade de definição da sua obra. E de como essa indefinição não é uma limitação, mas antes a condição essencial de um percurso que recusa ser capturado numa fórmula.
É também um capítulo onde se fala do poder físico do som, da palavra como escultura, da ironia como abertura semântica e de como uma única frase — ou um único nome chamado em voz alta — pode conter uma narrativa inteira. E ainda de como a maturidade com que Luisa Cunha entrou no mundo da arte não foi um atraso, mas uma vantagem.
Por Delfim Sardo, com música original de Paulo Furtado.
Moderação de Paulo Padrão.
Produção por Diogo Simões.
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