Para obter financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) os projetos não podem prejudicar o ambiente de forma alguma. Cumprir o conjunto de princípios ambientais é pioneiro e tem o desafio de ser binário: chumbar num critério inviabiliza o apoio da bazuca europeia.
Anabela Rodrigues, coordenadora para a área climática da Estrutura de Missão Recuperar Portugal, explica o que é o Do No Significant Harm, qual a metodologia seguida e os indicadores utilizados.
Esta nova exigência trouxe desafios porque é complexa e tem custos associados que podem afastar as PME de uma candidatura a estes fundos.
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