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Grupo de trabalho propõe complementar a pensão através de dívida pública

Grupo de trabalho criado para analisar a Segurança Social apresentou esta terça-feira as principais conclusões e recomendações, numa sessão que durou duas horas e meia.

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Ano e meio após ter sido criado, o grupo de trabalho para a reforma da Segurança Social apresentou, esta terça-feira, as suas principais conclusões e recomendações. Especialistas alertaram que, considerando saldo da Segurança Social e da CGA, há um défice de 1,9 mil milhões de euros, e não um excedente, como tem sido anunciado nos últimos anos.

Entre os temas que estes especialistas analisaram também estão as reformas antecipadas, as pensões parciais, os regimes complementares e a taxa contributiva. Acompanhe os principais destaques desta apresentação pública.

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Comentários (2)

  • pedro lopes

    "financiar a CGA com dívida" que ideia tão estapafúrdia e lamentável. Se a CGA tivesse pago pensões apenas às pessoas que contribuiram para o sistema pagando durante o período mínimo sustentável, não estariam com este problema, desde que a CGA foi criada há quase 50 anos, que tem andado a distribuir dinheiro por pessoas que nunca pagaram contribuições ou pagaram muito pouco.Ágora a única solução é passar a gerir o sistema da mesma forma que as seguradoras privada fazem, só recebe quem contribui e só recebe o valor que lhe toca, mesmo que sejam só 200€ por mês.Ou então melhor ainda, fechem a CGA e deixem que cada pessoa faça a gestão da sua futura reforma no sector privado e devolvam os descontos que já receberam das pessoas que a ainda não se reformaram.

  • André Monedo

    Lá vem eles com "relatório independente e sem vincular, o governo ou a segurança social", depois, "Vamos reduzir 78000 milhões, na massa das pensões pagas, nos próximos 20 anos, para manter a sustentabilidade ou passar, a segurança social a ser opcional, deixando que, os cidadãos, paguem 900000 euros, anuais, para PPR, para receberem uma pensão de 500 euros, quando fizerem 80 anos de idade e ainda pagarem 40 euros, mensais, de comissões bancárias."

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