Publicidade
970×250

Hoje nas notícias: pensões, EDP e partidos

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Partilhar

Dados reais da Segurança Social revelam que as novas regras de cálculo das pensões que estão a ser aplicadas de forma gradual desde 2007 têm resultado em valores, em média, 10% inferiores às antigas. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.

Novas regras de cálculo tendem a reduzir as pensões em 10%

A parcela das pensões baseadas nas novas regras de cálculo introduzidas com a reforma de 2007 está a traduzir-se em valores médios 10% mais baixos do que a parcela calculada segundo as regras antigas, de acordo com dados reais das pensões de velhice atribuídas entre 2012 e 2022 pela Segurança Social, divulgados pela primeira vez num gráfico do Livro Verde para a Sustentabilidade da Segurança Social, no ano passado. A reforma que está a ser aplicada de forma gradual de ano para ano já resultava, em 2022, em novas pensões em média 4,5% inferiores às que resultariam sem as alterações, diferença que terá tendência a acentuar-se nas próximas décadas.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

EDP em guerra fiscal de 1.400 milhões em vários países

A EDP tem 1,431 mil milhões de euros em contingências fiscais em vários países, entre os quais o Brasil, os Estados Unidos e Portugal. Dos processos que podem obrigar a empresa a pagar centenas de milhões ao Estado português, há um que se destaca: os 335,2 milhões de euros relacionados com a venda, em 2020, da concessão da exploração de seis barragens à Movhera, da Engie. A elétrica, que lucrou 732 milhões de euros na primeira metade do ano, confirma “ter recebido, no final de abril, um relatório de inspeção da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) sobre a venda de um portefólio de barragens”. Contudo, garante que não pagará as liquidações ao Fisco até decisão judicial.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Sem sanções, partidos demoram a cumprir decisões do Constitucional

O Tribunal Constitucional tem dado “puxões de orelhas” aos partidos políticos, forçando-os a congressos extraordinários para corrigirem irregularidades que tem detetado — como já aconteceu várias vezes com o Chega. Desde recusas de anotação das alterações estatutárias aprovadas nos congressos e expulsões rejeitadas a declarações da nulidade de eleições das lideranças dos partidos, as decisões do Tribunal Constitucional, contudo, não se repercutem direta e imediatamente no trabalho, nas decisões e até mesmo nas preocupações dos partidos, que não mostram urgência em corrigir as irregularidades apontadas.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Metalomecânica protesta contra política industrial europeia

A indústria europeia do metal está a organizar um protesto para o dia 7 de setembro em que levará a Bruxelas um comboio de camiões com o objetivo de realçar a pressão crescente sobre as cadeias de valor do setor e chamar a atenção para “a concorrência desleal, o rápido aumento de produtos importados com uso intensivo de aço, a fuga de carbono a jusante e o risco de declínio industrial em toda a Europa”. A Eurometal — organismo que reúne as principais associações de empresas de distribuição europeia de aço, tubos e metais — alerta que os derivados de aço e os bens manufaturados com uso intensivo de aço ainda podem entrar no mercado europeu sem obrigações comerciais, de origem, de carbono e regulamentares equivalentes. “O que poderá colocar em risco os empregos europeus, o investimento, a capacidade de fabrico e a autonomia estratégica”, adverte.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)

Ativos. Homem, jovem e com literacia. Eis o investidor cripto português

Um estudo publicado nos Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) traça o perfil do investidor português em criptoativos, que não fica muito longe do internacional. “Tendencialmente jovem, do género masculino, está empregado, tem um elevado nível de literacia digital subjetiva [perceção das pessoas sobre as suas próprias competências] e negoceia frequentemente”, descreve o estudo do regulador, que aponta ainda para uma “correlação positiva” entre um maior nível de literacia financeira objetiva, ou seja, os conhecimentos reais das pessoas, com a detenção de moedas digitais. Por outro lado, confiar em informações de instituições financeiras está associado a investimentos menos arriscados.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso indisponível).

Partilhar

Comentários (0)

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião

Precisa fazer login para poder comentar. Entrar

Publicidade
728×90

Receba o melhor do ECO na sua caixa de entrada

15 newsletters sobre economia, mercados, IA, direito e muito mais.