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“Muito enobrecido” por ser ministro, Luís Neves diz-se “desejoso de conhecer resultados da auditoria” à PJ

O ministro da Administração Interna garantiu que reúne “todas as condições” para continuar no cargo e mostrou-se “desejoso de conhecer resultados da auditoria” à PJ pedida pelo Ministério da Justiça.

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O ministro da Administração Interna, Luís Neves, garantiu esta segunda-feira que “tem todas as condições para continuar” no cargo e insistiu que “todas as averiguações são bem-vindas”, mostrando-se “desejoso de conhecer os resultados da auditoria” pedida pelo Ministério da Justiça à Polícia Judiciária (PJ).

“Estou muito enobrecido em exercer estas funções, tal e qual como fiz ao longo de 30 anos como servidor público. (…) Claro que tenho todas as condições” para continuar, disse Luís Neves aos jornalistas, em Gouveia, em declarações transmitidas pelas televisões.

Luís Neves afirmou que “todas as averiguações, todas as investigações, todas as auditorias são bem-vindas”, recordando que, “em mais de 30 anos de polícia, tive permanentemente a minha vida descortinada e auditada”.

“Durante o tempo em que fui responsável pela investigação criminal, assim foi. Depois, enquanto dirigente, fomos alvos de várias inspeções e, por isso, é com toda a tranquilidade e até desejo, efetivamente, que esse trabalho seja feito para se conhecer todo o percurso da instituição”, afiançou Luís Neves.

“Estou absolutamente tranquilo e até desejoso que essa auditoria seja feita e seja conhecida”, afirmou o ministro da Administração Interna.

A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, assegurou esta segunda-feira que a “avaliação interna” e a auditoria à Polícia Judiciária (PJ) não constituem uma averiguação política ou pessoal a uma determinada pessoa. A governante sublinha ainda que o único objetivo é “proteger a PJ e defender as instituições”.

Ler mais"Não está em causa a averiguação política" a Luís Neves

Também o primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu esta segunda-feira que a averiguação à Polícia Judiciária serve para “tirar a limpo” todas as situações que têm “vindo a público”. E garante: “Quando há dúvidas, elas devem ser desfeitas”.

(Notícia atualizada às 14h25 com mais informação)

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Comentários (1)

  • Fala Verdade

    As autoridades Europeias ainda não prenderam toda essa corja? Nem na Guiné, pá

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