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Águas de Portugal alvo de ciberataque. Fornecimento e qualidade da água não está em causa

O Grupo Águas de Portugal foi alvo de um ciberataque de “alta complexidade” que está a afetar os sistemas de informação e o contacto com os clientes, sem comprometer o abastecimento de água.

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O Grupo Águas de Portugal foi vítima de um ciberataque de “alta complexidade”, que está a afetar os sistemas de informação de todo o grupo, bem como o contacto com os clientes. A notícia foi avançada esta terça-feira pela RTP e confirmada pelo ECO junto de fonte oficial da Águas de Portugal.

O ciberataque ocorreu na última sexta-feira e o fornecimento e a qualidade da água não estarão em causa. “Na passada sexta-feira, fomos alvo de um ataque informático de elevada complexidade, que afetou parte dos sistemas de informação das empresas do Grupo AdP. Como consequência, verificaram-se condicionamentos temporários em alguns processos administrativos e nos canais de contacto com clientes e parceiros”, explicou a empresa ao ECO.

Na passada sexta-feira, fomos alvo de um ataque informático de elevada complexidade, que afetou parte dos sistemas de informação das empresas do Grupo AdP. Como consequência, verificaram-se condicionamentos temporários em alguns processos administrativos e nos canais de contacto com clientes e parceiros.

Fonte oficial do grupo Águas de Portugal

A empresa pública garante que o abastecimento de água e os serviços de saneamento continuam a funcionar normalmente em todas as empresas do grupo. Segundo a mesma fonte oficial, foram acionados de imediato os procedimentos de resposta ao incidente, com o envolvimento da Polícia Judiciária e do Centro Nacional de Cibersegurança.

A Águas de Portugal adianta ainda que os trabalhos de recuperação e reposição gradual dos sistemas informáticos continuam em curso, mantendo-se as medidas necessárias para assegurar a continuidade e a fiabilidade dos serviços. Os impactos variam entre as 13 empresas operacionais do grupo no território continental, verificando-se sobretudo constrangimentos temporários em alguns processos administrativos e nos canais de contacto com clientes e parceiros.

Até ao momento, a empresa afirma “não existirem evidências de acesso indevido a dados pessoais nem indícios de divulgação ou exfiltração de informação não autorizada”. A situação foi comunicada à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), em cumprimento das obrigações legais, e continua a ser monitorizada.

(Notícia atualizada às 18h31)

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