Recebe o ECO num gabinete com vista para o Tejo e começa por avisar que não vai dar respostas confortáveis. Em hora e meia de conversa, falou de dívida, de habitação e do que chama «o problema que ninguém quer nomear».
Nem uma coisa nem outra. É o normal. O que não era normal foi a década em que uma empresa se financiava a 1% e um Estado a zero. Construímos hábitos em…
